Toda relação começa com leitura. Antes de sugerir qualquer medida, pedimos os documentos que descrevem a operação: contratos, notas, apurações, o que a contabilidade registrou e o que o fisco enxergou. Boa parte do que se discute em tribunal nasce da divergência entre esses dois retratos.
Depois da leitura vem o parecer. Por escrito, com os fundamentos e também com os riscos — porque um parecer que só traz o lado bom não serve para decidir nada. O documento diz o que a jurisprudência tem admitido, o que segue controverso, quanto tempo cada caminho costuma levar e, sobretudo, o que a empresa precisará provar.
Quando o caminho é o contencioso, o caso fica com um dos sócios do início ao fim. A empresa sabe o nome de quem está com a pasta e fala com essa pessoa — não com um plantão que muda a cada semestre.
Prestamos contas em relatórios periódicos, escritos na linguagem de quem vai decidir: diretoria, conselho ou família. O andamento processual entra em anexo, para quem quiser consultá-lo.
E há o que não fazemos. Não opinamos por mensagem sobre caso que não lemos, não prometemos desfecho — nem quando o cliente pede um número — e recusamos trabalho quando a agenda do sócio responsável não comporta mais uma pasta.