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se for o caso.
Sou a Dra. Helena Vasconcelos, médica psiquiatra. Atendo adultos que convivem com ansiedade, depressão, TDAH, transtorno bipolar e insônia — no consultório, no São Mateus, e por teleconsulta.
- Rua das Aroeiras, 148 · São Mateus
- Por vídeo, em plataforma segura
- Particular, com recibo para reembolso
Como eu trabalho
A primeira coisa que eu faço numa consulta é ouvir sem interromper. Parece pouco, mas é onde a maior parte do diagnóstico acontece. Sintoma é a parte visível; o que interessa é o que veio antes dele — o sono que mudou de padrão em março, o trabalho que virou insuportável depois da mudança de chefia, a discussão que se repete sempre no mesmo ponto, o luto que ninguém em casa nomeou.
Psiquiatria não é sinônimo de receituário. Medicação é uma ferramenta séria: às vezes muda o rumo de uma vida, às vezes não é o que aquela pessoa precisa naquele momento. Quando eu indico um remédio, eu explico por quê, quanto tempo costuma levar até fazer efeito, o que você pode sentir nas primeiras semanas e o que fazer se isso aparecer. Você sai da consulta com um plano, não só com um papel na mão.
Ninguém deveria começar um tratamento sem entender o que está tomando, por quê, e até quando.
Também não trabalho sozinha. Boa parte dos meus pacientes faz psicoterapia em paralelo, e eu converso com o psicólogo sempre que isso ajuda e você autoriza. Quando o caso pede endocrinologista, neurologista, nutricionista ou uma investigação clínica antes de qualquer conclusão psiquiátrica, eu indico e acompanho o resultado junto com você.
Não prometo cura nem prazo — não seria honesto, e nem é assim que a medicina funciona. O que eu ofereço é método: hipótese diagnóstica explicada em português, tratamento combinado, retornos marcados e disposição de mudar o que não estiver funcionando.
Helena Vasconcelos
O que eu trato
Seis quadros que aparecem com mais frequência no consultório. A lista não é um cardápio: o diagnóstico só se fecha depois de uma avaliação, e é comum que mais de um item aqui conviva na mesma pessoa.
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Preocupação que não desliga, taquicardia sem causa clínica, insônia de início, crises de pânico, a rotina encolhendo para evitar o que assusta. Antes de tratar, investigo o que sustenta o quadro: tireoide, cafeína, álcool, apneia do sono e medicações em uso entram na conta.
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Desânimo que dura semanas, sono e apetite fora do lugar, peso ao acordar, perda de prazer em coisas que antes importavam, pensamento mais lento. Peço exames para descartar causas clínicas e reconstruo a linha do tempo antes de concluir qualquer coisa.
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O diagnóstico exige história de vida, não um questionário de cinco minutos. Escola, trabalho, dinheiro, relações, o que já foi tentado. E exige diferenciar TDAH de ansiedade, depressão e privação crônica de sono, que imitam os mesmos sinais e pedem condutas diferentes.
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Períodos de energia alta, sono curto e decisões impulsivas alternados com quedas longas. É comum chegar ao consultório depois de anos de tratamento para depressão que nunca respondeu direito. Reviso a história inteira, e com quem convive com você, antes de mexer em medicação.
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Demorar a pegar no sono, acordar às três da manhã, levantar mais cansado do que deitou. Trato insônia como problema com nome próprio — abordagem comportamental primeiro, horários reorganizados, e medicação reservada para quando ela realmente tem indicação.
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Segunda opinião sobre esquemas antigos, efeitos colaterais que ninguém explicou, receita repetida há anos sem reavaliação. Quando há indicação de reduzir, a retirada é feita com calendário e acompanhamento — é um processo, não uma decisão de um dia para o outro.
Não atendo crianças e adolescentes, dependência química em fase aguda nem urgências. Se for o seu caso, eu indico um colega na primeira conversa.
A primeira consulta
Ninguém precisa chegar preparado. Mas saber como funciona costuma tirar um peso de quem nunca foi ao psiquiatra.
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Duração
De 50 a 60 minutos. A primeira é sempre mais longa que as seguintes, porque é nela que a história inteira aparece — inclusive a parte que parece não ter a ver.
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O que levar
Exames recentes, receitas e as caixas do que você toma hoje (inclusive o que não é psiquiátrico e o que é fitoterápico), relatórios de outros profissionais e, se quiser, anotações do que anda acontecendo.
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Como é o retorno
Em geral de duas a quatro semanas depois, para conferir efeito, efeitos colaterais e o que mudou no dia a dia. Com o quadro estável, o intervalo se espaça — e você fica sabendo por quê.
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Teleconsulta
Atendo por vídeo em plataforma segura, com o mesmo tempo da consulta presencial. Serve para acompanhamento e, quando a avaliação pode ser feita com segurança à distância, também para a primeira consulta.
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Receita digital
As receitas saem assinadas digitalmente e chegam ao seu e-mail logo depois da consulta, válidas em farmácia de qualquer estado. Medicamentos de controle especial seguem regras próprias, e eu explico na hora como funciona para o seu caso.
O consultório
O prédio tem elevador e a sala fica no sétimo andar, voltada para o quarteirão de trás — quase não chega barulho de rua.
A sala de espera é separada da recepção e recebe uma pessoa por horário. Ninguém esbarra com ninguém na porta, e isso importa mais do que parece.
Dúvidas frequentes
Você atende convênio?
O atendimento é particular. Emito recibo e, quando você precisar, relatório com CID para pedir reembolso ao plano. Vale conferir antes com a sua operadora o valor reembolsado e o limite de consultas — isso varia bastante de contrato para contrato.
O que eu falo fica entre nós?
Fica. Sigilo médico é regra, não gentileza. As exceções são poucas e previstas em lei — situações de risco à vida, por exemplo — e, se alguma delas aparecer, eu converso com você antes de qualquer passo.
Você fornece atestado?
Quando há indicação clínica, sim. Atestado é documento médico: eu emito pelo que a avaliação mostra e pelo tempo que o quadro justifica. O CID só entra se você autorizar — e eu explico as consequências de cada escolha antes de você decidir.
E se eu estiver em crise agora?
Este site não atende urgência, e a minha agenda também não. Se houver risco imediato à vida, procure o pronto-socorro mais próximo ou ligue 192 (SAMU).
Se você só precisa falar com alguém agora, o CVV atende 24 horas por dia pelo 188, ligação gratuita de qualquer telefone, e também por chat e e-mail no site da instituição. Procurar ajuda numa hora dessas não é exagero.
Quanto tempo dura o tratamento?
Depende do quadro e da resposta de cada pessoa. Há situações que se resolvem em alguns meses e há quadros que pedem acompanhamento longo. Eu não estipulo prazo antes de te conhecer, e reavalio isso a cada retorno, com você junto na conversa.
Posso levar alguém comigo?
Pode, e na primeira consulta costuma ajudar bastante: quem convive com você percebe coisas que passam despercebidas. Combinamos na hora o que a pessoa acompanha e o que fica só entre nós dois.
Ficou uma dúvida que não está aqui? Pergunte antes de marcar — o que dá para responder por mensagem, a secretária responde.
Perguntar pelo WhatsAppMarcar uma primeira conversa
As consultas são por agendamento. Escreva pelo WhatsApp dizendo se prefere presencial ou teleconsulta — a secretária responde em horário comercial com as vagas abertas da semana.
- Consultório
- Rua das Aroeiras, 148 · sala 703
São Mateus — Juiz de Fora/MG - Horários
- Segunda a quinta, 9h às 18h
Sexta, 9h às 13h - Contato
- (32) 90000-0000
Presencial e teleconsulta - Estacionamento
- Vagas no próprio edifício
Entrada pela lateral do prédio
Ao escrever, diga se é a primeira consulta e se prefere manhã ou tarde. Ajuda a achar um horário que funcione de verdade, em vez de um que caiba na agenda.